As Promessas do Bom Pastor
Canto da Comunhão
(1) Vou sair pelos prados buscando ovelhas que estão sem pastor.
Eu as trarei com carinho de volta sem fome ou temor.
Nos meus ombros ovelhas feridas, sem dor poderão descansar.
Devolverei os seus campos, darei novamente a paz.
Refrão:
Sou Rei, sou o bom Pastor.
Sou Rei, sou o bom Pastor.
Vinde ao banquete que vos preparei e fome jamais tereis.
A quem vamos, ó Senhor?
Só tu tens palavras de vida e nos dá em refeição.
2) Maus pastores que perdem ovelhas, distantes de mim os terei.
Noutras pastagens seguras, pastores fiéis chamarei.
Novo Reino farei do meu povo, rebanho sem mais opressão.
Todos serão conduzidos à vida por minhas mãos.
3) Sou a porta segura do aprisco, rebanho feliz eu farei.
De todo mal e injustiça ovelhas eu defenderei.
Mercenários que fogem pra longe, deixando o rebanho ao léu,
não terão parte comigo no reino que vem do céu.
4) Eu conheço as ovelhas que tenho e todo o rebanho, minha voz.
Se chamo, então, pelo nome a ovelha ouvirá bem veloz.
Buscarei os cordeiros distante que em mim terão força e amor.
Farei somente um rebanho, eu mesmo serei Pastor.
(Artista desconhecido)
Aos Maus Pastores!
Recebi um folheto de Canto de Missa, contendo
esta canção, muito utilizada na hora da Comunhão. Esta pessoa me
mostrou este folheto porque há alguns dias falávamos das dificuldades
que muitos fiéis têm enfrentado dentro de suas Paróquias por culpa de alguns maus pastores. É verdade que os cantos litúrgicos, assim como tudo o que acontece dentro das nossas Missas, são preparados com muita antecedência; e têm sempre um cunho pastoral. É interessante observarmos como Jesus, através da Sua Palavra e da sua Igreja, ensina-nos que os maus pastores não terão parte no Reino de Deus. Mas, infelizmente nos dias de hoje, temos visto uma série de acontecimentos que demonstram que de fato, como nos disse o Papa Paulo VI: “A fumaça de Satanás entrou no Templo Santo de Deus por alguma brecha”.
Eu sou Católico Apostólico Romano. Amo a minha Igreja, amo a Jesus cabeça da minha Igreja, amo ao Santo Padre o Papa Bento XVI, pastor Universal e único, verdadeiro representante de Cristo na Terra (Depois
dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito
Santo.Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados;
àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos. João 20, 22-23). Detentor das Chaves dos Céus, que liga e que desliga. Amo à todos os Bispos da Santa Igreja que é o Colégio Apostólico e que, em comunhão com o Santo Padre, são os que tem a responsabilidade de conduzir a Barca de Pedro, em direção à Nosso Senhor Jesus Cristo e ao Novo Céu e Nova Terra (Vi,
então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira
terra desapareceram e o mar já não existia. Apocalípse, 21,1).
Amo a cada Sacerdote na Terra, que na pessoa de Jesus Cristo, trás-nos
as graças dos Sacramentos. Todos estes descritos aqui, são chamados
pela Virgem Santíssima, de Filhos Prediletos de Maria (Padre Gobbi), porque atuam in persona Christi, na pessoa do Cristo.
É
com amor e com profundo respeito que, vos pergunto (aos que
correspondem a essa pergunta, Bispos e Sacerdotes da Igreja de Cristo,
que não estão em comunhão com o Santo Padre, quer seja de fato ou de
direito):
Porque é que vocês não amam mais as suas ovelhas?
E
se nos amam, porque não nos provam com suas atitudes? O que é que
faltou no ensinamento de Jesus Cristo no Lava Pés, para que vocês
entendam que não foram constituídos senhores, dominadores do Povo de
Deus, que é santo e pecador?
Não
compreenderam que o Rei dos Reis, e Senhor dos Senhores vos lavou os
pés, para vos ensinar servidão, e não o domínio? Confiram no Evangelho
de São João 13: 13-17.
São João 13: 13-17: "Vós
me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque Eu o Sou. Logo, se
Eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis
lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-Vos o exemplo para que, como Eu
vos fiz, assim façais também vós. Em verdade, em verdade Vos digo: o
servo não é maior do que o Seu Senhor, nem o enviado é maior do que
Aquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes,
sob condição de as praticardes."
Quando a mulher de Zebedeu se apresentou diante de Jesus Cristo, no Evangelho de (São Mateus 20, 20-28; São Marcos 10, 35-45) pedindo o direito de seus dois filhos de sentarem um à direita e outro à esquerda de Jesus, qual foi a resposta que escutaram do Senhor? Revejam a Palavra:
São Mateus 20, 20-28: "Nisso aproximou-se a mãe dos filhos de Zebedeu com seus filhos e prostrou-se diante de Jesus para lhe fazer uma súplica. Perguntou-lhe ele: "Que queres?" Ela respondeu: Ordena que estes meus dois filhos se sentem no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda. Jesus disse: "Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu devo beber?" Sim, disseram-lhe. "De
fato, bebereis meu cálice. Quanto, porém, ao sentar-vos à minha
direita ou à minha esquerda, isto não depende de mim vo-lo conceder.
Esses lugares cabem àqueles aos quais meu Pai os reservou." Os dez outros, que haviam ouvido tudo, indignaram-se contra os dois irmãos. Jesus, porém, os chamou e lhes disse: "Sabeis
que os chefes das nações as subjugam, e que os grandes as governam com
autoridade. Não seja assim entre vós. Todo aquele que quiser tornar-se
grande entre vós, se faça vosso servo. E o que quiser tornar-se entre
vós o primeiro, se faça vosso escravo. Assim como o Filho do Homem veio,
não para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por
uma multidão."
Outra Passagem confirma a anterior:
(São Marcos 10, 35-45) - Tiago e João, filhos de Zebedeu, aproximaram-se de Jesus e disseram: “Mestre, queremos que nos faças o que te vamos pedir”. Jesus lhes perguntou: “O que quereis que vos faça?” Eles responderam: “Que nos sentemos um à tua direita, outro à tua esquerda na tua glória”. Jesus, porém, lhes disse: “Não
sabeis o que pedis! Podeis, acaso, beber o cálice que eu vou beber ou
ser batizados com o batismo com que eu vou ser batizado?” “Podemos”, disseram eles. E Jesus prosseguiu:
“Bebereis o cálice que eu vou beber e sereis batizados no batismo com
que serei batizado, mas assentar-se à minha direita ou à minha esquerda
não compete a mim conceder. É daqueles para quem foi preparado”.
E
qual foi o maior exemplo de Jesus como o Bom Pastor? Não foi o maior
ato de amor consumado na Terra, o sacrifício da Cruz? Ele não precisava
passar por isto, mas quis mesmo assim, somente por amor. Não é
necessário tanto estudo de teologia, e tantos anos num Seminário para
compreender isso. Basta um pouquinho de humildade e gratidão, e o amor floresce nos nossos corações o suficiente para entendermos Jesus. Se vocês não entenderam ou não fazem o mesmo, porque será? Falta-vos entendimento, sabedoria, ou será que é carência de Amor?
E agora? Será possível que não são mais os pastores que saem atrás das ovelhas para ensiná- lhes o caminho? Estou vendo algo, vergonhoso e covarde acontecer! Os pastores estão se deixando enganar pelos lobos vorazes, Mercenários (satanás e os seus asseclas) e muitas ovelhas ou se perdem (Apostasia), ou estão tendo que guiar os seus Pastores. Muitas vezes temos que correr e até chegar a implorar a alguns Bispos e Sacerdotes para que nos deem um pouco de atenção. Boa parte do trabalho de pastoreio, de levar o Viático, de atender aos enfermos com a Sagrada Comunhão, atender os pobres, estão hoje nas mãos dos ministros extraordinários da Sagrada Eucaristia e dos leigos. De onde originou esta
idéia de que, por territorialismo, disputas de poder e mando, vocês
tem o direito de impedir que Jesus chegue aos corações daqueles que o
buscam de verdade o Conhecimento da Verdade? Não seria este o trabalho
de satanás, dividir? Suas vidas não suscitam novas vocações,
por faltar o brilho do Amor, da Caridade, da Bondade e da Acolhida à Jesus. Muitos de vocês não fazem mais que administrar contas, trabalhar fora, lidar com rádios, com TVs, com administrações mil.
Mas se esqueceram do principal, em questões de religião: administrar o
que importa de verdade; os verdadeiros tesouros da Igreja de Cristo, os Sacramentos e o Povo de Deus (“Daí a César o que é de César e a Deus o que é Deus” : o Povo.)(Mt 22, 21; Mc 12,17 e Lc 20, 25). Também esta outra passagem: (“Quem tiver ouvidos, que ouça”! (Mt 13, 43; Mc 4, 23 e de outro modo em Lc 8, 10).
Não
gastam mais o seu tempo rezando conosco. Não acreditam mais na ação
real e presente do maligno= satanás = joio, no meio do trigo, ou às
vezes quando acreditam, morrem de medo de enfrentar (os lobos vorazes) a
satanás nas orações de exorcismos e libertações. Não
crêem no poder de curar as enfermidades, por isso muitas ovelhas
perecem=adoecem por falta do uso deste poder. Poucas vezes expõem o
Santíssimo Sacramento no Altar. Quando fazem, quase
sempre é um fiel, um ministro extraordinário da Eucaristia ou um(a)
catequista quem conduz a oração. Não procuram ir atrás das ovelhas que
estão perdidas, desnorteadas, e que fazem parte do seu próprio
rebanho. Aceitam se misturar com os lobos de outras seitas, para os
chamados cultos ecumênicos que de positivo nada tem, pouco progresso há,
somente servem para misturar cultos, numa espécie de religiosidade self-service (Abominação da Desolação dita por Daniel),Um dos elementos que está
presente na apostasia mundial é a "a abominação da desolação"
expressão tirada de Dn 9,27 e Mt 24,15. Em outras Bíblias além da Ave Maria e Jerusalém aparece como:
"abominação que causa desolação" (Bíblia americana) ; "a aterradora
abominação" (Nova Jerusalém); "o Desolador sacrilégio" (Nova RSV); "o
Odioso Devastador" (TOB) e etc... Expressão que consta na Bíblia em
hebraico como " shiqquçim meshomem" de acordo com os tradutores bíblicos, um objeto de idolatria.
Jesus
citando Daniel avisa para quando isto estiver ocorrendo na Igreja ou
no "lugar santo" que se preparemos para a grande tribulação que
ocorrerá (Mt 24,21). Onde
cada um pega o que melhor lhe serve de cada seita e junta com o que
lhe serve e lhe convém da Verdade ensinada por Jesus na sua Igreja
verdadeira e primitiva. Fazem da Sagrada Eucaristia um laboratório
ecumênico, onde provam de todo tipo de coisas mundanas, misturando luz
e trevas, claridade e sombra e descuidando do que realmente é a nossa
esperança, que é a eficácia deste Sacramento na sua sacralidade (a dessacralização entrou no Templo Santo de Deus, de que o mal e o pecado inundam cada vez mais o mundo... Padre Gobbi).
Estes
maus pastores nos enganam e preferem confiar nas suas capacidades
humanas, com campanhas sociais que muitas vezes servem para
conscientizar politicamente, mas não são efetivas, porque na prática não
enfrentam o mal na sua raiz, na raiz do problema. Raiz esta, que
muitas das vezes é de origem espiritual=Pecado Original. Essas coisas
só são curadas com a Administração dos sacramentos e com orações;
ajudadas pela Ciência e pela medicina. Mas, sem o auxílio espiritual,
sobram lacunas que nunca serão preenchidas.
Essas lacunas são preenchidas pelos Sacramentos que somente os verdadeiros pastores ordenados, podem nos oferecer , que são:
O Batismo que nos enxerta na Videira verdadeira que é o Cristo, salvando-nos da condenação Eterna=Inferno ("São Marcos
16: 15-16: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a
toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer
será condenado.) A Sagrada Eucaristia que alimenta a nossa alma e nos cura da anemia do pecado=orgulho. A Confirmação que nos trás os 7
Dons do Espírito Santo, que aumenta nossa fé e suscita novos pastores.
A Confissão, que sara nossas feridas e nos coloca de volta no Caminho, quando caímos por nossas debilidades. A Ordenação que mantém viva a maior Graça que Jesus nos deixou, que foi Ele mesmo, presente em todos os Sacrários da Terra, para nós o adorarmos e estarmos com Ele. O Matrimônio que santifica nossas famílias ("Depois,
Deus disse: «Façamos o ser humano à nossa imagem, à nossa semelhança,
para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os
animais domésticos e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.» Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher. Abençoando-os, Deus disse-lhes: «Crescei
e multiplicai-vos, enchei e dominai a terra. Dominai sobre os peixes
do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se movem na
terra.» ... E assim aconteceu. Deus, vendo toda a sua obra, considerou-a muito boa. Assim, surgiu a tarde e, em seguida, a manhã: foi o sexto dia."Gênesis 1, 26-28; 30s-31) e a Unção dos Enfermos que nos cura e nos alivia na hora da dor e do sofrimento.
Porque
vocês não impõem mais as suas mãos santas e sagradas sobre os fiéis e
não nos curam de nossas enfermidades físicas e espirituais? Não acreditam ou se esqueceram deste mandamento:
São Marcos 16: 17-18: ("Estes
milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu
nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum
veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados".)
Rezo
por vocês pastores da Igreja de Cristo que não crêem mais, para que
enxerguem o quando antes a grandeza da graça e a missão que lhes foi
confiada; mas também a grande responsabilidade que vocês têm diante de
nós, o Povo Eleito e de Deus. Nós sabemos que, a quem muito foi dado
muito será cobrado (Tudo
isso merece uma reflexão profunda, pois cada um de nós dará um dia
contas a Deus do tempo e das dádivas=Talentos Dele recebidos e Jesus nos
alertou “a quem muito foi dado, muito será pedido”. Lucas 12, 48), e que um dia todos nós,
sem distinção de cor, raça ou religião, estaremos diante de Deus. E
Ele, que é um Pai amoroso e misericordioso, é também o Justo juiz. Ele
dá a paga a cada um, segundo as suas obras. Não é assim como vocês nos
ensinam? Ou será que o que vale para nós, o Povo de Deus, a vinha
eleita, não vale para vocês, os doutores da Lei? Deus
quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da
Verdade, por isso eu clamo a vós pastores do povo de Deus, do povo
escolhido da Aliança, Bispos e Sacerdotes do Altíssimo; Verdadeiros
Cristos sobre a Terra, voltem a fazer jus a todos estes títulos dado à
vós pelo Bom Pastor, por favor apascentem-nos novamente. Somos todos
nós as ovelhas da vinha do Senhor, Sacerdotes e Povo Sacerdotal.
Marcelo
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